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EPTC alerta para risco de utilizar transporte clandestino


Táxi tem mais critérios para ingresso de motoristas e vistorias periódicas dos veículos. Foto: Gustavo Roth/PMPA

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) alerta para o risco da utilização de transporte clandestino. Segundo o gerente de fiscalização de transporte, Luciano Souto, muitas vezes esses motoristas não foram aceitos no táxi ou nos aplicativos. “O passageiro jamais deve utilizar um serviço irregular. Está se colocando em risco nessas situações e muitas vezes até paga mais caro”, adverte.


Ano passado, foram fiscalizados mais de 8 mil veículos de aplicativos. As ações são realizadas periodicamente pela EPTC. São verificados itens como conservação do veículo (pneus, faróis, estepe, sinalização), habilitação do condutor e se ele está de fato vinculado à plataforma. “É nessas ações que conseguimos identificar algum clandestino”, destaca Souto.


Para os táxis da Capital, a fiscalização é mais ampla e tem como objetivo a segurança do profissional, avaliação do serviço prestado e, principalmente, a segurança do passageiro. É obrigatória a Identidade de Condutor do Transporte Público (ICPT), alvará de folha corrida, negativa criminal estadual, estadual de segundo grau e federal, curso de formação e exame toxicológico. O veículo deve seguir padrões de identidade visual estabelecidos na Resolução Municipal, com quatros portas e ar condicionado, e ser vistoriado periodicamente pela EPTC.


 

Texto: Gabriela Duarte

Edição: Gilmar Martins




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