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Após ações efetivas, EPTC interrompe tendência de aumento do número de mortes por acidentes


Ações educativas contribuem para a conscientização por um trânsito seguro

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), após conjunto de ações que envolvem educação, infraestrutura e fiscalização, interrompeu, no mês de novembro, a tendência de aumento do número de mortes em razão de acidentes. Depois de quatro meses com mais registros de vidas perdidas que no ano anterior, em novembro não houve aumento em relação à 2020, com quatro vítimas fatais. A empresa ainda considera o número preocupante, mas interromper a alta nas mortes é um aspecto positivo. “Seguiremos com ações que são desenvolvidas após análise dos dados de acidentalidade. Continuamos em alerta e focados em, a partir de agora, reduzir os números de dezembro de 2020. Para evitar o sofrimento de diversas famílias, precisamos do envolvimento da população”, afirma o diretor-presidente da EPTC, Paulo Ramires. Das quatro pessoas que perderam a vida em novembro, três eram condutores de motocicletas e um condutor de automóvel. Em relação ao número acumulado de janeiro até novembro, dos 66 óbitos, 30 eram motociclistas, sendo dois ocupantes – o que representa um aumento de 25% de vítimas fatais deste meio de transporte. Dados sobre acidentalidade - As ações de Educação, Engenharia e Fiscalização realizadas pela EPTC resultaram em mais segurança para a população em 2021. O mês de novembro registrou estabilidade no número de mortes em relação ao mesmo mês do ano passado: foram quatro vítimas em ambos os anos. Nos primeiros 11 meses, a Capital registrou 66 mortes, seis a mais que em 2020, quando foram registradas 60 vítimas fatais. Os casos de sinistros de trânsito no período que resultaram em vítimas fatais aumentaram 10%, de 60 para 66 ocorrências. Motociclistas (condutores) seguem sendo o grupo com maior número de vítimas fatais, com 28 fatalidades, sendo que destes, 11 não tinham CNH regular (40%). Contudo, o percentual é menor do que o registrado entre janeiro e março, quando 60% dos motociclistas que morreram não tinham habilitação regular para a categoria A (para conduzir motos).


Estatísticas definem ações para reduzir acidentes - Considerando que no primeiro trimestre de 2021 o número de sinistros de trânsito com motos representava mais de 50% das ocorrências, a EPTC passou a realizar ações focadas a aumentar a segurança de quem usa esse meio de transporte. Nos primeiros 11 meses de 2021, a fiscalização da Operação Duas Rodas flagrou 777 motociclistas sem CNH, em 18.504 abordagens. Nas 226 operações realizadas no período, 6.382 motociclistas foram autuados por algum tipo de irregularidade, foram recolhidas 274 Carteiras Nacional de Habilitação (CNH) e 1.372 Certificados de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV). Desta forma, sem a presença de motoristas e motocicletas que não têm condições de trafegabilidade, a EPTC ajudou a tornar a cidade mais segura. O panorama geral da acidentalidade em Porto Alegre está disponível no portal de transparência da EPTC.


 

Texto: Gabriela Duarte

Edição: Andrea Brasil

Imagem: Gustavo Roth / EPTC PMPA

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